FERNANDO PESSOA BANQUEIRO ANARQUISTA PDF

Recommends it for: Anarchists, Bankers, Children at heart, Dreamers, etc Recommended to Junta by: The Selected Prose of Fernando Pessoa Shelves: short-stories-novellas , translated , portuguese , pessoa The Anarchist Banker A short story I read in The Selected Prose of Fernando Pessoa , which the author referred to as "a dialectical satire"; the editor and translator, Richard Zenith writes: "the narrative of actual events could fit into two pages; the other twenty-six are taken up by logical argument. As dubious as some of the premises may be, I loved the manner in which the banker explained his The Anarchist Banker A short story I read in The Selected Prose of Fernando Pessoa , which the author referred to as "a dialectical satire"; the editor and translator, Richard Zenith writes: "the narrative of actual events could fit into two pages; the other twenty-six are taken up by logical argument. To give you a taste of his Anarquista logicae?

Author:Goltizragore Maulmaran
Country:China
Language:English (Spanish)
Genre:Travel
Published (Last):13 June 2006
Pages:243
PDF File Size:5.82 Mb
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ISBN:130-1-41105-928-5
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Voltei-me para ele, sorrindo. Sou anarquista. Emprego a palavra no sentido vulgar. Toda a minha vida o mostra. Continuo sem perceber Mas como concilia V. Como o concilia V. O que eu era, era inteligente. Voltou-se um pouco mais para mim. Continuou, inclinando-se mais um pouco. Senti-me revoltado. Quis perceber a minha revolta. Tornei-me anarquista consciente e convicto - o anarquista consciente e convicto que hoje sou. Tenho a que sempre tive, desde que me tornei anarquista.

Por agora, compreenda V. Fumou e soprou o fumo lentamente, para o lado oposto ao meu. Voltou-se, e ia a prosseguir. Tudo isso estava dentro da sua revolta Deduzo do que V.

Eu meditei tudo isso. Escolhi a teoria anarquista - a teoria extrema, como V. Fitou um momento cousa nenhuma. Depois voltou-se para mim. Muito bem. E, como lhe vou mostrar Nem mesmo podia ser outra coisa. E foi sempre assim. Eu sei o que V.

Pois bem. Decidi meter ombros a isso, conforme pudesse. Liberdade - a liberdade para si e para os outros, para a humanidade inteira. Nem todos podem ser iguais perante a Natureza: uns nascem altos, outros baixos; uns fortes, outros fracos; uns mais inteligentes, outros menos Para a humanidade inteira.

O que poderia eu fazer para esse fim? Mas em breve passei sobre tudo isto. Eu sentia-a natural. Mas V. Tive esta dificuldade, e resolvi-a se bem que mal, como lhe disse. Isto, ou cousa que o valha Mas enfim, concordaram todos Ora, na altura da nossa propaganda em que estou falando, descobri uma coisa.

Criava-se tirania como? Uns mandavam em outros e levavam-nos para onde queriam; uns impunham-se a outros e obrigavam-nos a ser o que eles queriam; uns arrastavam outros por manhas e por artes para onde eles queriam. Uns iam insensivelmente para chefes, outros insensivelmente para subordinados. No fato mais simples isto se via. Um grupo pequeno, de gente sincera garanto-lhe que era sincera!

E repare que tirania Aqui havia um erro, um desvio qualquer. Os nossos intuitos eram bons; as nossas doutrinas pareciam certas; seriam errados os nossos processos? Com certeza que deveriam ser. Mas onde diabo estava o erro? Pus-me a pensar nisso e ia dando em doido. Depois continuou, no mesmo tom. Domina-o pelo emprego das suas qualidades naturais. O servir os fins naturais da nossa personalidade.

Ora, V.

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