ANDROLOGIA BOVINOS PDF

Essa meiose reducional, passam de 2n para n metade dos cromossomos. A cito I ainda 2n, as cito II que sero n. Sofrem nova meiose, mas dessa vez no reducional e sim equacional, originando as espermtides n. Espermtides sofrem citomorfose e originam os espermatozides.

Author:Dainos Gardall
Country:Luxembourg
Language:English (Spanish)
Genre:Spiritual
Published (Last):6 March 2011
Pages:66
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Essa meiose reducional, passam de 2n para n metade dos cromossomos. A cito I ainda 2n, as cito II que sero n. Sofrem nova meiose, mas dessa vez no reducional e sim equacional, originando as espermtides n. Espermtides sofrem citomorfose e originam os espermatozides.

O processo todo se chama Espermatognese. O processo final a citomorfose chamado de Espermiognese. Observao: tempo de formao dos espermatozides: de espermatognia at espermatozide: aproximadamente 60 a 70 dias. Se o animal sofrer algum tipo de traumatismo nos testculos ex: coice que leva a orquite poder ficar infrtil por algum perodo. Tratar o animal e depois de recuperado aguardar por 70 dias para fazer novo exame de fertilidade.

Caso de inflamao de bolsa escrotal e no de orquite, que inflamao do testculo trata-se com antiinflamatrio e a produo do smen pode at ficar diminuda, mas o animal no fica infrtil. Pode-se tratar com cartilagem de peixe mega 3 , pois os AGVs participam da formao da membrana plasmtica dos espermatozides.

Observao: Hidrocele acmulo de plasma entre as tnicas vaginal e parietal da albugnea nos bovinos leva a infertilidade, mas no eqino no s em casos muito graves. A origem fetal dos testculos igual a dos ovrios: caudal ao rim, na cavidade abdominal. Os testculos migram at a bolsa escrotal com o auxlio de um tecido gelatinoso, que s existe no feto, chamado Gubernculo.

Os testculos ficam na borda do anel inguinal profundo e, por uma diferena de presso grande na cavidade abdominal e pequena na bolsa escrotal causada por exerccio fsico do animal, saem caindo na bolsa escrotal. O gubernculo regride e fica ligado a cauda do epiddimo formando o ligamento da cauda do epiddimo. As estruturas que nutrem e inervam o testculo descem junto com ele, formando o Cordo ou Funculo Espermtico. O plexo pampiniforme tem a funo de resfriar o sangue que sai do corpo para o testculo, e de reaquecer o sangue que est voltando para o corpo j que ele sofre um resfriamento em torno de 4C por estar fora da cavidade abdominal.

Conforme o sangue arterial vai chegando ao testculo, vai sendo resfriado pelo sangue venoso, que est voltando. Da mesma forma, quando o sangue venoso vai chegando ao corpo sofre reaquecimento pelo arterial. Observao: Uma ultra-sonografia testicular normal produz imagem montona toda por igual. Se houver alguma diferenciao porque est alterado. Pode-se fazer puno aspirativa no lobo testicular, coletando tbulos seminferos para bipsia faz-se um esfregao.

Os testculos se posicionam de acordo com a bolsa escrotal: Vertical e entre as coxas: poligstricos. Horizontal e entre as coxas: eqdeos. Oblquo e perineal: sunos. O peso tambm varia de acordo com a espcie: Touro: a g. Garanho: a g. Carneiro: a g. Varro: a g. Co: 7 a 15g. Ductos eferentes So os responsveis pela conexo dos testculos rede testis com os epiddimos.

Os tbulos seminferos desembocam nos tbulos retos, que formam a rede testicular rede testis , desembocando nos tbulos eferentes, que se unem formando um nico tubo todo enovelado, que o epiddimo. Epiddimos So formados pela tnica albugnea, tecido conjuntivo e ducto epididimrio.

Dividem-se em cabea, corpo e cauda. Na cauda se consegue palpar o gubernculo resqucio embrionrio. Se houver rotao de testculo pode-se perceber na palpao pela localizao da cauda. Dependendo da gravidade pode-se retornar o testculo posio normal com a palpao. Suas funes so: Transporte espermtico dentro dos testculos: na cabea a impulso feita pela presso lquida e pela contrao da musculatura lisa da tnica albugnea. Pelo corpo e at a cauda feita pela contrao da musculatura da tnica albugnea e por movimentos ciliares.

Concentrao: ocorre absoro de lquidos, aumentando a concentrao dos espermatozides. Maturao: ocorre retirada da gota protoplasmtica proximal resqucio do citoplasma da espermatognia ao longo do trajeto, sofrendo movimentao pelo espermatozide, indo da cabea proximal cauda distal e desaparecendo.

O no desaparecimento desta gota leva a m formao de espermatozides. Secreo: anti-aglutininas para evitar que os espermatozides se aglutinem, o que dificultaria seu transporte e locomoo e gliceril-fosforil-colina fonte de energia. Armazenamento de espermatozides: ocorre na cauda do epiddimo.

Absoro seletiva: ao de espermifagos, que fazem fagocitose de espermatozides defeituosos. Canal deferente um prolongamento do epiddimo, tendo a mesma estrutura. Em algumas espcies o canal deferente sofre uma dilatao em sua poro final formando a Ampola. Ces e gatos no possuem essa ampola. Sua funo transportar os espermatozides da cauda do epiddimo at a uretra plvica, onde se abre em um orifcio stio ejaculador , localizado no culiculus seminalis.

Cordo espermtico Localiza-se dentro da bolsa escrotal, mas externo ao testculo. Composto por vrias estruturas: Msculo cremaster; Vasos artria e veia espermtica ou testicular, linfticos ; Nervos; Canal deferente; Tecido conjuntivo; Tnica vaginal. Como j dito anteriormente, o enovelamento da artria e da veia espermtica forma o plexo pampiniforme. Suas funes so: Termo-regulao testicular cremster e plexo-pampiniforme. Sustentao do testculo e epiddimo na bolsa escrotal. Escoamento dos espermatozides atravs do canal deferente.

Em processos inflamatrios vesiculite pode-se perder essa lobulao. Quando normal quase impossvel de palpar, apenas quando h anormalidades se consegue com mais facilidade. Para diagnstico preciso s com ultra-sonografia. Prstata rgo nico, presente em todas as espcies domsticas.

Divide-se em corpo e disseminada envolvendo a uretra. O co s tem o corpo da prstata, que exerce a funo de todas as glndulas. O corpo da prstata lobulado e se encontra sobre a uretra plvica, enquanto a prstata disseminada fica inserida na musculatura da uretra plvica, envolvendo-a, na qual se abre atravs de vrios orifcios sendo dois no co e no gato.

Sua funo de adicionar volume ao smen e neutralizar o pH cido da uretra bicarbonatos e citratos , fazendo uma limpeza prvia para a passagem dos espermatozides. Possui importncia clnica maior no co. Bulbo Uretral um rgo duplo, de forma ovide exceto no suno, onde cilndrico. No ruminante encontra-se sob o msculo squio-cavernoso. O co no tem.

Sua funo semelhante da prstata, liberando um primeiro lquido geralmente sem espermatozides , fazendo uma limpeza do canal uretral. Difcil de sensibilizar na palpao. Observao: Transporte de espermatozides no trato genital masculino: tbulos seminferos tbulos retos rede testis canais eferentes ducto epididimrio cauda do epiddimo canal deferente pnis. Pnis Divide-se em corpo e glande.

Composto por: 8 Tnica albugnea. Corpo cavernoso do pnis trabculas de tecido conjuntivo e colgeno, com sistema intenso de vasos.

Corpo cavernoso da uretra. Possui dois tipos: Fibro-elstico pequena capacidade de distenso ruminantes e sunos. Rico em tecido ertil aumenta muito de tamanho eqideos. Podem ter duas formas: Em S ruminantes. Retilneo demais espcies. Suas funes so: Cpula. Eliminao do smen. Eliminao da urina.

Ao ejacular, a funo do pnis depositar o smen no canal vaginal, de preferncia dentro do tero ou o mais prximo possvel dele.

Para isso ele precisa estar ereto. Esta intumescncia ocorre graas a um mecanismo dos vasos sangneos que irrigam o pnis: o fluxo sangneo vindo da artria aumenta e o que sai pela veia diminui, aumentando o volume sangneo nos corpos cavernosos, o que causa a intumescncia do pnis. No processo contrrio detumescncia diminui o fluxo vindo da artria e aumenta o das veias. Os corpos cavernosos podem ser musculares ou fibroelsticos. Os musculares musculocavernosos aumentam mais de volume do que os fibroelsticos, pois possuem mais espao.

So encontrados em eqinos, ces e gatos. O fibroelstico ocorre em ruminantes e sunos. O corpo cavernoso se origina de dois pilares que saem do osso coxal. Na unio dos dois pilares que se unem para formar o corpo cavernoso h a formao de um septo, que se desfaz ao longo do corpo cavernoso. A uretra passa abaixo do corpo cavernoso e envolta por um tecido esponjoso, tambm ertil, chamado de corpo esponjoso da uretra. Se origina entre os dois pilares no osso coxal.

Em sua origem poro caudal , possui uma dilatao chamada de Bulbo do Pnis. Possui outra dilatao, cranial, que forma a glande do pnis.

Possui dois msculos importantes: Msculo squio Cavernoso sai do squio do coxal e cobre os pilares e o Msculo Bulbo Esponjoso.

Ambos, quando contraem, aumentam o volume sangneo na regio cranial do pnis, aumentando a rigidez nessa regio, o que facilita e auxilia a penetrao do pnis na vagina. Outro msculo, o Msculo Retrator do Pnis, que sai da regio caudal vrtebras caudais , faz a retrao do pnis ps-coito para dentro do prepcio.

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